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Uma guia por Napa Valley

A primeira parte de um minucioso guia do napa valley já está no site.Depois do Piemonte, esquadrinhado há algum tempinho, vem a região que desbancou a França no julgamento de Paris, um divisor de água no mundo do vinho. Conduzido por Steven Spurrier, dono então de uma pequena loja de vinhos ao lado da igreja de Madeleine, onde pertinho um dia Alain Senderens teve seu inesquecível restaurante, o evento provocou uma polêmica. Às cegas,os franceses foram batidos, em brancos e tintos. A Califórnia então ascendeu ao topo e pavimentou a estrada de muitos outros países. O guia faz um passeio completo pelo Napa Valley e é dividido em três partes.

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BH: o mercadão e o bar do Orlando

Os apertados corredores do Mercadão de BH empurram os desavisados para dentro de qualquer loja do lugar. Em meio ao trânsito intenso de gente, até que a prática acaba resolvendo o problema de muitos que só vão ali para levar um pedaço de queijo para casa. Numa dessas fugas dos labirintos do principal centro de compras de produtos mineiros da capital, caí na lojinha 3 x 4 do Seu Ronaldo.

De um lado, um balcão de queijos de preços um pouco acima do menor valor oferecido pelo quilo do produto no mercado. Do outro lado, uma generosa prateleira de cachaças. Para entender melhor, uma breve rodada no Mercadão já se identifica por tabelas de preços dependuradas qual o mínimo que poderá se pagar pelo quilo do queijo (hoje, em R$ 19,00), não importa sua origem.

Aliás, a maioria diz ser da Canastra, região que faz os queijos mais nobres de Minas – o problema é que muitos não aparentam as características do produto proveniente de lá. Mas isso não tem muita importância para a grande parte do público. O que vale é ser mineiro. E eles são.

No do Seu Ronaldo, ele explica que quase todos vêm de Salitre, não muito longe da Canastra. Oferece um pedaço generoso para experimentar. Sente-se de fato a diferença em relação a um qualquer de mais baixo preço.

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Pisando em Uvas

VÍDEOS

Toda semana trazemos vídeos sobre degustações, dicas de vinhos e curiosidades da gastronomia

Entre tapas em Madri

As priscas tardes de abril em Madrid são poéticas. A primavera já balouça nas arvre e as terraças vão se animando com gente do mundo inteiro. Mas sobretudo espanhóis. Digo isto porque o madrileño típico adora sua cidade, e (pelo menos pra mim, gringa-habitante-de-território-mezzo-espanhol) (porque vivo em Barcelona, outra cidade máaagica, mas isso é outro capítulo) (voltando) o amor do madrileno por sua cidade é visível por sua presença ululante na rua, nas promenades repletas das supracitadas terraças ou em mercados a céu aberto onde se vendem de livros, roupas e antiguidades a souvenires da Guerra Civil e brinquinhos de abuela.

O sonho de Fernando Nicolau de Almeida

Deve-se a um sonho de Fernando Nicolau de Almeida, o enólogo que à frente do Casa Ferreirinha decidiu fazer um grande tinto português que pudesse levar o terroir do Douro a um patamar similar ao dos grandes vinhos franceses e italianos. A ideia era combinar castas locais de diferentes altitudes para combinar acidez, frescor e taninos de alta longevidade. Assim nasceu o Barca Velha, cuja primeira safra é 1952.

“Os vinhos perdiam o frescor em três ou quatro anos depois de engarrafados, ele queria algo diferente. Foi à França, foi a Bordeaux, estudou o que era preciso fazer”, afirma Luis Sottomayor, enólogo hoje à frente do Barca Velha e cuja primeira missão foi trabalhar na safra 1989, que se tornou um Casa Ferreirinha Reserva. O início não foi fácil. Era preciso transportar gelo de Matosinhos até à Quinta do Vale Meão (hoje o Barca Velha é feito noutra quinta, a da Leda) para poder controlar a temperatura nas cubas de fermentação. Os caminhões saíam à meia noite e chegavam às oito da manhã.

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