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Entre a Parker e a Italia

 

Por Milton Bonani

A Parker 51 é a mais famosa, a mais imitada e a mais vendida caneta tinteiro do mundo.
Seu desenvolvimento começou no início da década de 30 e a sua comercialização a partir de 1939. Diferente do que se possa imaginar, o nome 51 não significa o ano de fabricação, mas sim a comemoração dos 51 anos de existência da marca Parker. Ela foi fabricada até os anos 70 em diferentes fábricas por todo o mundo – EUA, Canada, Inglaterra, Argentina e até no Brasil – e, ao longo desses mais de 30 anos, estima-se que foram vendidas mais de 20 milhões de unidades, embora os mais otimistas avaliem as vendas em algo em torno de 35 milhões de unidades.
O slogan da época de lançamento dizia que a Parker 51 era a caneta que está dez anos à frente de seu tempo o que pôde ser comprovado ao longo dos anos.
Ela foi a primeira caneta com a pena coberta por uma concha o que faz com que seu corpo se assemelhe a carenagem de um avião a jato. Sabe-se que George Parker, o fundador da marca, era fã de aviões, e que influenciou no desenvolvimento desse design.
Muitas personalidades usaram uma Parker 51 em eventos marcantes. Juscelino Kubitschek, por exemplo, assinou o decreto da mudança da capital para Brasília com a sua Parker 51 de ouro que tinha uma esmeralda no clipe por ser ele médico. Mais tarde, sua filha, a deputada federal Marcia Kubitschek utilizou a mesma caneta para assinar a Constituição de 1988, mas, com certeza, a mais famosa delas foi a utilizada pelo General Eisenhower para, nada mais, nada menos, assinar os termos da rendição da Alemanha e do Japão que culminou no final da II Guerra Mundial.
Curiosamente foi a caneta que deu fim à II guerra mundial provando mais uma vez que a caneta é mais poderosa que a espada.

 

 

Milton Bonani

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