Clube de vinho é uma boa?

 

Clube de vinho é uma boa? Essa é a pergunta que muita gente tem feito nas últimas semanas com a quarentena se esticando e a segunda onda se tornando mais palpável. Hoje tem várias empresas que oferecem, mensalmente, pacotes diferentes para os consumidores. Duas me parecem melhores: a Grand Cru com sua confraria em que alguns vinhos ganham descontos quando se recebem em casa e a Edega, que tem o selo de qualidade dado por Philippe de Nicolay Rothschild e que por planos mensais dá desconto em bons rótulos do Novo e Velho Mundos.
Mesmo assim, a pergunta continua: clube de vinho vale a pena? Eu indicaria outros caminhos. Aventure-se, descubra o que você gosta. Gosto é subjetivo. Primeiro, é preciso vencer um preconceito muito comum por aqui: quando se sai à caça das garrafas, saiba quanto você quer gastar e diga isso. É prática na Europa e nos Estados Unidos, mas parece que muita gente não gosta de falar isso assim como alguns não pedem descontos. Segundo, com essa informação em mãos, aí abrem-se opções.
Se você quiser gastar 20 reais a 50 reais em uma garrafa, é difícil bater os supermercados, que compram em grande quantidade e com isso podem vender rótulos a preços mais baixos. Saint Marché, Pão de Açúcar, Sonda, Mambo, Quitanda têm várias opções. Os chilenos da Concha y Toro, Santa Helena e Santa Carolina são boas pedidas, principalmente tintas. Os argentinos da linha Crios de Susana Balbo são outra recomendação, ela foi a primeira enóloga da Argentina e trabalhou com os Catenas. Quer vinho brasileiro? Vá de Pizzato, que faz ótimos brancos e tintos, com vários rótulos entre 40 reais e 50 reais.
Numa faixa de preço superior, entre 50 reais a 150 reais a garrafa, as importadoras são uma ótima porta de entrada. Bus que ajude de quem trabalha lá. Quer vinho francês? A Delacroix (https://www.delacroixvinhos.com.br/ ) tem uma bela seleção de rótulos franceses, de regiões mais e menos conhecidas. Tem um rosé excelente da Provence, que vai muito bem com uma paella. A Anima Vinum ( https://www.animavinum.com.br/ ) tem vinhos da Bourgogne de regiões menos conhecidas, como Macon, que são coringas à mesa. Tem alguns rótulos na c asa dos 150 reais. A World Wine (www.worldwine.com.br) oferece um bom argentino, o Alto Las Hormigas, o Château Marjosse branco, um branco bordalês com a assinatura de Pierre Lurton (Yquem e Cheval Blanc) e que vira e mexe entra em promoção, e o profundo Etna Rosso da Cusumano, que faz um belo tinto na vulcânica região da Itália, um vinho que cai muito bem com massas com molho de carne e que também vira e mexe está em promoção. Há ainda duas importadoras cariocas com um bom portfólio e preços. Uma é a tradicional Taste Vin (http://www.tastevin.com.br/vin19/index.php/pt/ ), que tem bons bordeaux brancos e tintos abaixo de 100 reais, além de várias opções de regi&ot ilde;es franceses mais e menos conhecidas. Outra importadora é a Nova fazendinha (https://www.novavinhos.com/ ), que traz italianos, franceses e espanhóis. Tem coisa boa lá: domaine lafage e Il Poggione têm rótulos para todos os bolsos.

 

Fique em casa!

 

#stayhome

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