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Vinhos, amigos, celebração. As festas de Babettes estão sendo readaptadas a um mundo em pandemia em que a segunda onda se encaminha ao Brasil. Nessa babette, paleta de belota fatiada com jacquesson 742, uma inovação em terroir champenoise. Em vez de um champagne de marca, borbulhas que sintetizam um ano.Gastronômico, elegante, refinado e com grande potencial de envelhecimento, um dos melhores champagnes no mercado brasileiro.

Como a sede estava em ascensão, antes do prato principal, veio o bourgogne branco de Thierry Pillot, um dos melhores novos nomes da Cote de Beaune, que em breve chegará por uma nova importadora: a Clarets.

Quando o papardelle com ragu de carne chegou, decantado por mais de quatro horas, o escoltou o barolo chiniera 2006 de Elio Grasso. Monforte d’Alba elegante, profundo, com aromas de evolução, como entrar em um bosque pela manhã, um vinho com uma estrutura tânica  digna de um grande barolo de um dos melhores terroirs do Piemonte.

Depois ainda vieram Triennes, Marjosse e cia. Vida longa, que as babettes voltem a ser como um dia fora

 

 

 

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